“Ele cumpriu, ele voltou…”

Kit esportivo e bíblico

kit com material esportivo e bíblico

Foi isso que ouvi quando me encontrei com os irmãos que vivem dentro de Palmasola. O Ramiro abriu um sorriso e disse: “Ele cumpriu, ele voltou…”. O mês passado eu visitei o presídio de Palmasola e fiz uma reunião com os líderes da igreja que existe ali dentro. Eles tinham acabado de orar pedindo a Deus ajuda e material para trabalhar com as crianças. Eu não sabia de nada e ofereci apoio pelo projeto Expedição Mochila Futebol. Voltei esta semana e entreguei um kit esportivo e bíblico e dei um treinamento para organizar uma escola de futebol e discipulado de crianças. Quando os irmãos me viram com o material se alegraram e eu também me alegrei com eles. Eles ficaram feliz pela promessa cumprida e apoio para o trabalho com as crianças. E o Máximo, o jovem que é responsável pelo trabalho com as crianças, não parava de repetir como Deus é bom em responder a oração deles no mesmo dia.

Palmasola é um presídio atípico. É uma mini cidade, como um bairro murado. Ali estão presos mais de 4 mil homens, e muito convivem com suas esposas e filhos. Existem mais de mil crianças que moram em Palmasola, e ali dentro não existia nenhuma atividade dirigida para elas. Ali têm de tudo, bares, hotel, igreja, campo e quadra de futebol, praça, restaurante e até uma faculdade de direito. Dentro do PC-4 cada pavilhão é como uma vila com casas, celas e abrigos onde ficam os presos.

Agora é deixar eles trabalharem e ver como será o projeto. Eu volto lá o final de Janeiro para saber como estão indo as coisas. Louve a Deus pela maneira como atendeu a oração do Máximo e outros líderes, ore para que a escola de futebol traga impacto na vida das criançase famílias que vivem ali. Ore pelo Maximo, que Deus dê sabedoria e força para ele, mesmo estando preso, poder servi-Lo e abençoar as crianças com o futebol e estudo bíblico.

Veja esta matéria sobre Palmasola e conheça um pouco mais este presídio.

Valeu e até

Ricco

[Carta Setembro-Outubro] Tempo de consolidar o trabalho

tribo indígena ayoreo

Devocional: Teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre.

Em Mateus 6.13 a famosa oração do Pai Nosso termina com: “…porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.” É muito interessante observar que apesar da oração, Jesus finaliza com a lembrança de que Deus é quem manda (reino), Deus é quem opera (poder) e toda glória é d’Ele para sempre, nos levando a pensar também na eternidade e que aqui na terra as coisas são passageiras. Esta declaração final de Jesus é uma associação 1 Cr 29.11, quando Davi declara a grandeza de Deus.

A oração em geral tem sido muito associada a pedir algo para Deus, a maioria dos crentes só lembra-se de orar quando precisa de cura, dinheiro, emprego, que algo aconteça ou que alguma coisa vá bem, como uma viagem ou cirurgia. A oração do Pai Nosso também é uma declaração do que Deus é e uma lembrança de seus preceitos. Inclusive uma lembrança que nos guarda do mal e nos da o sustento de cada dia. Na oração do Pai Nosso o único pedido material é o pão nosso de cada dia, deixando claro a importância da simplicidade na vida cristã e combatendo as ostentações desnecessárias.

Creio que o mais importante esta neste final onde Jesus lembra que pertencemos ao reino de Deus, e Deus é o Rei, ele manda e nós obedecemos. Claro que existe uma relação de amor e interesse de Deus por nós. Não é uma coisa de um rei cruel que manda seus súditos obedecerem e ponto final. Deus nos ama, nos recebeu como filhos, nos perdoa, nos levanta quando caímos, mas mesmo assim a obediência é nossa obrigação e não opção. Ou obedecemos ou não fazemos parte do reino de Deus. Além de ser Deus quem manda, é Ele quem opera tudo em todos, pois d’Ele é o poder. Devemos trabalhar, nos empenhar, nos dedicar, Deus condena a preguiçoso. Mas o poder é de Deus, nós não podemos fazer nada sem Ele, e isto não é só uma simples lembrança, mas tem implicações na nosso dia-a-dia, que basicamente deve ser uma vida voltada a Deus. E para terminar Jesus fala de glória e de eternidade, devemos saber que Deus é o Senhor, e o Todo Poderoso e que, ainda que nós vivemos e anunciemos isso na terra, toda honra e glória é d’Ele. Glória tem a ver com reconhecimento de Sua grandeza e poder, que Ele é o criador, que Ele manda e nós obedecemos.

A oração do Pai Nosso é uma maneira de nos aproximarmos de Deus para que Ele nos ajude a viver da maneira correta aqui na terra, pois existe uma eternidade incomparável com qualquer bom momento na terra. A oração é para nos lembrarmos de Deus e seus preceitos, e lembrar que a vida na terra é passageira, e deve ser totalmente dedicada a Ele. E que a eternidade, na glória de Deus, nos aguarda!

O nosso trabalho aqui na Bolívia é levar as pessoas a entenderem e aceitarem isto: Deus manda, Deus opera tudo por Seu poder, Ele merece a glória, nossa atenção, nossa inteira dedicação e, o mais importante, nossa vida aqui é passageira e existe uma eternidade que nos é ofertada por Deus. E esta eternidade começa hoje mesmo, ainda em vida na terra, mas com uma qualidade de vida celestial, santidade a Deus e amor ao próximo.

culto na fogueira

Notícias e dia-a-dia

Aqui na Bolívia estamos bem e seguindo firme no que nos propomos a fazer: levantar uma base missionária. Estamos na fase da rotina e consolidação. Ou melhor, nada mais é novidade, entramos no ritmo de uma agenda fixa e agora estamos trabalhando para consolidar as atividades e pessoas. É muito importante entender o nosso papel aqui de base missionária, com as frentes de evangelismo e início de discipulado. Estamos na fase do evangelismo abundante e visitas constantes, para que um corpo comece a se formar e tenhamos uma igreja se juntando aos Domingos em breve. Dentro do presídio temos uma igreja em andamento, com três irmãos já batizados e sendo discipulados, os cultos tem boa participação e nosso trabalho é bem visto pelos presos.

Nossa agenda esta assim:

  • De Segunda a Sexta pegamos as meninas no presídio as 8h da manhã e levamos a creche, as 16h pegamos na creche e devolvemos no presídio;
  • De Terça a Sexta dedico as manhãs para fazer visitas as famílias, em média uma por dia, e fazer meus devocionais e estudos para preparar as mensagens e aconselhamento;
  • Terça a tarde tem culto no presídio com os presos, após o culto temos um momento de oração e aconselhamento individualmente; estou preparando material para um devocional com os presos que se batizaram; existem mais dois presos para batizar, o batismo será feito em Janeiro; os policiais pediram um estudo bíblico, será as segundas de manhã, estamos aguardando a autorização do comandante;
  • Quarta a Sábado a tarde temos o trabalho com as crianças e famílias do bairro;
  • Quarta e Sexta: escola de futebol e devocional bíblico no ginásio
  • Quinta: estudo de pequenos grupos na base missionária
  • Sábado: dia de lazer e culto evangelístico para crianças, jovens e adultos
  • Domingo pela manhã culto na base, chamamos de devocional bíblico, já que não temos louvor e nem retirada de ofertas;
  • Domingo a noite começamos a apoiar uma congregação batista que esta começando, participamos do culto e as vezes sou convidado a pregar; estamos fazendo planos para ajuda-los com os jovens e adolescentes

Pedidos de oração

Pedimos que orem por nossa família, saúde e segurança. No trabalho orar por equipe, temos aqui um grupo nos ajudando, são de igrejas variadas, alguns missionários aqui na Bolívia, outros de Corumbá. Mas são voluntários e não podemos contar com certeza.

Assista vídeos do ministério e dia-a-dia aqui na Bolívia: http://youtube.com/riccoevgt

Até mais

Ricco

Foi assim que tudo começou

Hoje estamos aqui na Bolívia, no campo missionário transcultural, tempo integral no ministério e com preparo formal pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida.

Mas para obedecer a Deus não precisa nada disto, basta tomar uma atitude e começar hoje, onde está. O vídeo abaixo mostra nosso primeiro trabalho de evangelismo e discipulado. Era no bairro onde morávamos em São Paulo, não era o campo missionário transcultural. Eu ainda trabalhava secularmente e não estava tempo integral no ministério. Eu não tinha preparo formal e nem pensava que um dia ai a um seminário bíblico.

Foi assim que tudo começou, abrindo espaço em nossa agenda e obedecendo ao “ide” onde estávamos e com as ferramentas que tínhamos na mão. Espero que sirva de exemplo para você saber que pode obedecer ao “ide” agora mesmo onde você está!


caso não veja o vídeo acima clique aqui

até mais

Ricco

[Carta Maio] Poder, Palavra e Prática em Atos 2

acima você pode ouvir este post, clique em play ou em download para salvar e ouvir depois, ou continue lendo abaixo

Escola de Futebol: lanche após o jogo

Carta de Maio de 2012:  Poder, Palavra e Prática em Atos 2

“…louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos.” Atos 2.47

O final do capítulo 2 de Atos é o sonho de consumo de todo missionário: cair na simpatia do povo e novas almas ganhas todo dia. Penso que este capítulo dá o tom do livro de Atos. Poder, Palavra e prática, nesta ordem. Lucas registra em Atos 2 a percepção dos não crentes da época, dos que não participavam ali do início da igreja, mas observavam tudo de fora. O texto diz algo a respeito deles e como percebiam tudo que rolava ali. Os versículos 12 a 13, 37 e 47 são uma divisão natural do texto, pois finaliza cada momento mostrando a visão e percepção dos que não estavam participando (ainda) da igreja ali iniciada.

“Todos, atônitos e perplexos, interpelavam uns aos outros: Que quer isto dizer? Outros, porém, zombando, diziam: Estão embriagados!” Atos 2.12-13

O poder veio com o Espírito Santo v.4, e trouxe ao povo espanto e admiração, mas ao mesmo tempo ficaram confusos e não deram crédito aos cristãos achando que estavam bêbados. Em seguida veio a Palavra, com um belo sermão de Pedro, e a percepção do povo mudou, agora eles davam credibilidade aos apóstolos, uma esperança surgiu com a mensagem da cruz e de Cristo. Na verdade não só a percepção mudou, mas algo de fato aconteceu em seus corações após a Palavra, “compungiu-se-lhes o coração” v.37, agora eles queriam saber o que fazer. Se antes estavam confuso, agora eles buscavam uma direção.

“Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos?” Atos 2.37

A prática acontece em seguida, a Palavra pregada foi vivida pelos irmãos, formou-se assim a igreja. Oração, desprendimento, compartilhar, unidade, curas e milagres, e tudo isso trouxe um bom testemunho. Agora o povo que observava de fora via algo que os agradava muito, “…contando com a simpatia de todo o povo…” v.47. E ai chegamos no relato de que pessoas se convertiam a Cristo todos os dias e eram acrescentadas a igreja. Mas ocorreu um processo antes disto: poder, Palavra e prática.

Este é um breve resumo de Atos 2, eu vou discorrer mais sobre isso agora em Maio aqui no blog com dois ou três artigos, quero esmiuçar com mais calma cada parte do capítulo, mas aqui já deu para entender a ideia principal.

Poder, Palavra e prática, esta deve ser uma marca na vida do crente, no dia-a-dia da igreja, e não quero que seja diferente no ministério aqui na Bolívia. Eu quero que as pessoas que observam nossa vida e ministério, ainda de fora e de longe, fiquem admiradas, que o poder de Deus cause espanto, que o trabalho traga impacto. Mas não paramos ai, temos que pregar a Palavra, o ensino bíblico que vai apontar para Cristo. Os portenhos (habitantes de Puerto Suarez) da Bolívia devem ir além do espanto e da admiração e o trabalho deve ir além do impacto. E isso só acontece com a pregação da Palavra. Eles devem ouvir a Palavra para que cheguemos ao seus corações e busquem uma direção no Senhor. E claro, de nada adianta um belo sermão se não vivemos isso. A Palavra dá direção, mas a prática traz o bom testemunho, é a confirmação do que foi falado e ensinado, dá vida à mensagem.

Puerto Suarez tem apenas 4,5% de cristãos protestantes, a cidade tem 25 mil habitantes e boa parte é católica, a maioria destes não praticantes. Muitos jovens, muita pobreza e um clima de pouca esperança ou mudança de perspectiva – o pensamento é do tipo: tá ruim, mas tá bom, mudar e melhorar pra quê? Aqui existe um grande problema com a questão familiar, o adultério é quase parte da cultura, as casas têm mães bem jovens, com vários filhos de pais diferentes. Isso resulta em muitas crianças sem uma estrutura familiar adequada, e muitas estão abandonadas pela família ou são exploradas no mercado de trabalho informal. Ai entra a necessidade de um orfanato. Aqui na cidade e na região não existe nenhum orfanato ainda, o mais próximo esta a 300 km e é um orfanato só para meninas em um convento católico que visitamos esta semana. Além das frentes evangelísticas que estamos tocando no presídio, na creche e com a escola de futebol, queremos iniciar um orfanato. Deus preparou uma família de missionários americanos para nos ajudar aqui, eles moram em Corumbá. O Ben Lyon tem me ajudado no presídio e está animado com os planos para o orfanato.

O trabalho no presídio esta indo bem. Cada vez mais avançamos no coração das pessoas ali dentro, tanto policiais quanto presos. O fato de ninguém ir até lá antes, dar atenção aos presidiários com a Palavra e alguma ajuda no alimento, os impacta e assim temos ganhado espaço para pregar e estar com eles aconselhando e ouvindo confissões de pecado. Outra coisa que dá bom testemunho é o trabalho que fazemos tirando as crianças, filhas dos presos que ficam juntos com eles, para levar a creche durante o dia. Todos os presos que temos contato elogiam esta atitude. E esta é a primeira demanda para o orfanato!

A Escola de Futebol é sucesso total. O esporte é uma linguagem universal e o futebol a mais falada, os meninos estão vindo muito animados para os treinos. O nosso último treino chegamos a 52 garotos, nossa capacidade máxima, quando começamos a dois meses tinha apenas 20 meninos. O desafio agora é direcioná-los para Cristo pela Palavra. Temos feito um breve devocional no final de cada treino e vamos começar a ter um estudo de pequenos grupos no salão onde será nossa Base Missionária. Estes meninos vêm pensando só em futebol, nosso trabalho é mostrar a eles que temos algo a mais do que apenas jogar bola. E ainda buscar impacto na família, dentro de casa com os pais. Deus tem nos dado uma estratégia de dar um pequeno devocional impresso para eles fazerem com os pais em casa e ainda pedir que a cada semana cumpram uma tarefa na família, algo como varrer o quintal, arrumar o quarto, lavar louça, ou outra coisa que os pais possam ver e saber que foi uma tarefa do projeto.

Pois bem, precisamos de oração, muita oração. Nossa família esta bem, eu e a Lari muito felizes e unidos, as meninas crescendo com saúde, alegria, e muita bagunça graças a Deus! Mas não podemos ficar sem oração. Missões se faz com os pés dos que estão no campo e com os joelhos do que estão em todo lugar, especialmente com o seu joelho, você que nos apoia nesta jornada missionária. Queremos cair na graça do povo, queremos ver novas almas ganhas todos os dias. Agora estamos aqui e contamos com sua oração e apoio daí!

Ricco

Testemunho na Revista da Missão Portas Abertas de Abril de 2012

Revista Missão Portas Abertas Abril 2012

O envolvimento de nossa família e ministério com a Missão Portas Abertas é antigo e bem chegado. Tivemos a alegria, eu e a Lari, de contar um pouco sobre isto no testemunho que saiu na Revista da Missão Portas Abertas agora em Abril de 2012. Valeuzão para o Estevão, o Pastor Carlos Alfredo e toda galera PA!!!

A ação invisível da Portas Abertas

Conheci a Portas Abertas por volta de 1999. Ainda solteiro, através de um culto onde foi apresentada a história do Irmão André. Este foi meu primeiro contato com a questão missionária e, logo de cara, com os cristãos perseguidos. Assinei a revista e participei do primeiro acampamento underground.

Conheci Larissa. hoje minha esposa, em 2003, através da visita do Irmão André ao Brasil. Eu, de São Paulo, e a Lari, de Marília, fazíamos parte da equipe de voluntários. Fui a Marília e a encontrei: foi amor à primeira vista! Depois de seis meses de oração começamos a namorar, nos casamos e hoje temos, por enquanto, duas filhas maravilhosas. A Larissa já era voluntária da Portas Abertas desde 2002.

Saber que pessoas arriscavam a vida, e algumas até eram mortas por acreditar e servir a Jesus, sempre nos encorajou a fazer o melhor para Deus em nosso país livre. Orávamos, mobilizávamos as pessoas individualmente ou falando em igrejas e congressos, ofertávamos, mas decidimos que iríamos fazer mais. Queríamos ir ao campo missionário. Cada revista Portas Abertas lida, cada vídeo assistido (especialmente Atrás do Sol e Bambus no Inverno) nos levava a querer estar no campo transcultural.

Em 2005, estivemos no Congresso Missionário do Seminário Bíblico Palavra da Vida (SBPV) para falar aos seminaristas sobre a Portas Abertas e os cristãos perseguidos. Saímos de lá certos de que voltaríamos para estudar e nos preparar para ir ao campo missionário. Em 2009, entramos como alunos no SBPV e agora estamos na Bolívia, fazendo o estágio do seminário para concluir nosso curso.

A Portas Abertas faz mais do que se propõe a fazer. Além de ser a voz dos cristãos perseguidos no Brasil, ainda. apoiou nosso trabalho em uma ONG* que ajuda líderes a implantar projetos de esporte e evangelismo. Esta ONG começou com o sentimento de que, além de ajudar os de longe, deveríamos fazer algo pelos de perto. Pensamos nos vizinhos, a partir do contato e das informações dos cristãos perseguidos na China, Coreia do Norte, Colômbia e tantos outros países.

Existe algo que a Portas Abertas faz e é quase invisível: constrói dentro de cada um uma ponte com a real e urgente necessidade do campo missionário, seja longe ou perto. Motiva e encoraja a ser um cristão de verdade. Dá a oportunidade de obedecer a Deus e à Palavra, nos movendo a ser e fazer, nos levando a nos alegrar e sofrer com todo o corpo de Cristo. Eu sempre achei que o grande ministério da Portas Abertas era garantir a unidade do corpo de Cristo; hoje não tenho dúvidas de que é isto mesmo.

A Portas Abertas faz parte de minha vida e sempre fará, pois foi com as pessoas de lá, tanto a equipe Brasil como os cristãos perseguidos, que aprendi a importância de “chamar dentre todas as nações um povo para a obediência que vem pela fé” (Rm 1.5 NVI) .

Ricardo Silva – Ricco (com Lari, Rebeca e Rafaela)
Puerto Suarez – Bolívia – Fevereiro de 2012
Missionários da Igreja Evangélica de Pinheiros Sede em São Paulo www.iepsede.com.br
(*) Associação Expedição Mochila Servindo a Infância e a Juventude www.em.org.br

Mais sobre a Revista Portas Abertas aqui

E neste link a Revista de Abril na íntegra

Valeu e até

Ricco